Como vimos no post Histórico - Energia Nuclear não é de hoje que a energia
nuclear está sendo estudada. Vários cientistas elaboraram teses e experimentos
em cima desse assunto há muitos anos atrás. Conheçam nesse post, alguns desses
cientistas que participaram dos estudos da energia nuclear e cientistas atuais
que dão segmento a evolução desses estudos.
Foi Otto Hahn (1879-1968), químico alemão
condecorado com o Prêmio Nobel em 1944, um dos pioneiros no estudo da energia
nuclear. Junto com Lise Meitner,
considerada por muitos a mulher mais importante na ciência do século XX,
descobriu o elemento protactínio que foi essencial para o desenvolvimento da
fissão nuclear. Na figura ao lado, Lise Meitner e Otto Hahn.
Conhecido como pai da física
nuclear, Ernest Rutherford (1871-1937)
foi um físico e químico neozelandês, que logo no início de sua carreira
realizou estudos sobre radioatividade comprovando teses. Mas foi após receber o
Prêmio Nobel de Química em 1908, que Rutherford desenvolveu o conceito do átomo
como um núcleo em torno do qual elétrons giram em órbitas circulares e realizou
experiências que conduziram à descoberta dos meios de obtenção de energia
nuclear.
Reconhecido por
liderar a primeira reação nuclear durante o Projeto Manhattan, Enrico Fermi (1901-1954) foi um físico
italiano que além de contribuir com os estudos sobre física nuclear, ajudou a
desenvolver a teoria quântica e a mecânica estatística. Após receber o Prêmio
Nobel de Física em 1938, Fermi e sua família emigraram para Nova Iorque, onde o
físico ingressou no Projeto Manhattan que tinha como objetivo desenvolver armas
nucleares para os EUA. E em 21 de Dezembro de 1942 obteve sucesso na primeira
reação nuclear, realizada sob as bancadas na Universidade de Chicago,
comunicado por uma mensagem de telefone encriptada por Compton, dizendo "O navegador italiano (referindo-se a Fermi) aterrou no novo mundo" para Washington DC. Na figura ao lado, Fermi (em baixo, à esquerda) e os demais cientistas envolvidos no projeto.
Atualmente é muito raro vermos
estudos desenvolvidos por somente um cientista. Isso porque cada vez mais,
universidades e grandes empresas reúnem vários cientistas e financiam esses
estudos de acordo com seus interesses. A Universidade de Cambridge e a Imperial
College London, por exemplo, estão realizando estudos na área de energia
nuclear que consiste em renová-la, tornando-a mais limpa e avançando sua
utilização na área médica.








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