A Teoria Atomística foi edificada inicialmente no quinto século antes de Cristo pelos filósofos gregos Leucipo e Demócrito, no qual afirma que o Universo tem uma constituição elementar única que é o átomo. Somente no início do século XIX, os pesquisadores em química retornaram à hipótese atômica. Esta hipótese foi proposta por John Dalton em 1803.
Modelo de Dalton
O primeiro modelo de átomo foi apresentado por J. J. Thomson. Neste modelo o átomo é constituído por um núcleo positivo, no qual se acham inscrustados os elétrons.
Modelo de Thomson
Roentgen, em 1895, descobriu um tipo de radiação que atravessava corpos opacos, apesar de serem absorvidos em parte por eles. Henri Becquerel entusiasmado com os resultados, intensificou seus estudos sobre materiais fosforecentes e fluorescentes. Os raios de Becquerel foram estudados, também, por Kelvin, Beattle, Smoluchwski, Elster, Geitel, Schmidt e o célebre casal Curie.
Em 1898, Madame Curie, em Paris, descobriu que entre os elementos conhecidos, o Tório apresentava características radioativas do urânio. Ajudados por Bemont, separaram quimicamente vários elementos radioativos e descobriram o Polónio.
Entre 1913 e 1915, Niels Bohr, estabeleceu uma teoria na qual havia a aplicação de hipóteses quânticas no movimento dos elétrons. Ficaram célebres, em Ciência, os postulados de Bohr relativos às órbitas eletrônicas.
Modelo de Bohr
Modelo de Rutherford
Em 1938, a fissão nuclear foi descoberta por Otto Hahn e Fritz Straßmann e explicada por Lise Meitner e Otto Frisch, após a observação de uma fissão nuclear depois da irradiação de urânio com nêutrons. A primeira reação em cadeia foi realizada em dezembro de 1942 em um reator de grafite de nome Chicago Pile 1 (CP-1), no contexto do projeto Manhattan com a finalidade de construir a primeira bomba atômica, sob a supervisão de Enrico Fermi na Universidade de Chicago.
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